Garopaba é um destino que vai além do óbvio.
Entre montanhas e mar, a cidade preserva uma essência ancestral, onde a cultura açoriana, as tradições da pesca artesanal da tainha e os engenhos de farinha mantêm viva a identidade local.
Capital Catarinense do Surf e polo de sustentabilidade, Garopaba revela sua autenticidade nas pequenas coisas: no trabalho coletivo das comunidades, nas lendas gravadas nas pedras e na simplicidade que transforma o cotidiano em experiência.
É um lugar para respirar fundo, desacelerar e sentir — porque aqui, o tempo ganha outro ritmo.
Nas pedras e sambaquis que margeiam o litoral, povos ancestrais deixaram marcas que resistem ao tempo — formas e símbolos que contam sobre um modo antigo de habitar o mar e a terra. O nome vem do tupi-guarani e significa “enseada de barcos”, uma tradução perfeita para o que sempre foi: um porto natural, de chegadas, travessias e encontros.
Com a chegada dos imigrantes açorianos, no século XVII, Garopaba ganhou novas cores e costumes. Entre o mar e as montanhas, ergueram engenhos de farinha, criaram tradições, fortaleceram a pesca artesanal e fizeram da hospitalidade uma herança. O som das redes no mar, o cheiro da mandioca torrando e o ritmo das festas comunitárias tornaram-se parte do modo de viver da cidade.









Hoje, Garopaba é o reflexo vivo dessa história.
Do tempo da caça à baleia à preservação da Baleia Franca, das pranchas nas ondas às trilhas que guardam inscrições rupestres, a cidade mantém viva sua essência: natureza, cultura e bem-viver. Um lugar onde o passado e o presente se encontram em harmonia — e onde a vida pulsa, com alma e presença, todos os dias do ano.